Povos Brancos
Vejer de la FronteraBranco e sobre um risco rochoso, como seus povos paisanos ‘de fronteira’, tem uma forte influência árabe. As portas de pedra originais e as muralhas do s. XV aparecem pelo centro antigo, presidido pelo castelo árabe restaurado do s. X ou do s. XI e pela Igreja do Divino Salvador, um casamento arquitetônico da arte mudéjar do s. XIV e do gótico do s. XVI. Perto da Praça de Espanha e suas palmeiras se encontra a Casa do Maiorazgo, do s. XVIII, com seus pátios cheios de flores e sua antiga atalaya. É boa ideia visitar o Mercado de Abastos, reformado com engenhos, para tomar um gíria e uma tampa que são, ao mesmo tempo, clássicas e criativas. Você também provar a cozinha marroquina-andaluza no Jardim do Califa. |
Arcos da FronteiraPovo branco sobre o rio Guadalete, estendendo-se ao longo de um risco escarpado. É agradável passear pelas redes estreitas e evocadoras das ruas do centro antigo e visitar a praça de Cabildo. Ali se encontram o luxuoso parador, um castelo árabe do s. XI (agora fechado às visitas) e o vertiginoso miradouro que dá ao rio Guadalete. Você pode visitar as igrejas gótico-barrocas, como a Basílica Menor de Santa Maria da Assunção, e depois entrar no mundo animado dos clássicos bares de rolha de Arcos. A Taberna Jovens Flamencos serve pratos tradicionais em um ambiente contemporâneo entre elementos decorativos inspirados no flamenco e toreo. |
Alcalá de los GazulesÉ uma bela cidade de traça andaluza, com ruas íngremes e encaladas que desembocam em amplas praças, declarada Conjunto Histórico. Faz parte da Rota do Toro. Alcalá de los Gazules se configura como um bom ponto de partida para entrar no parque natural dos Alcornocales, cenário ideal para atividades de turismo ativo (senderismo, piragüismo, cicloturismo, passeios a cavalo...). No seu interior é muito interessante fazer uma excursão à serra de Aljibe, para subir ao seu pico mais alto desde o qual se contemplam bellíssimas paisagens. Há abundância de corços, cervos e de diferentes espécies de aves, buitres e águias perdiceras, entre outras espécies. |
Medina-SidoniaMedina Sidonia tem sido declarada Conjunto Histórico Artístico com sobrados motivos. Os vestígios de seu atribulado passado se conservam entre as ruas desta localidade milenar situada no alto de um monte. O ducado mais antigo da Espanha dá nome a esta localidade e isso já diz bastante do que se espera em patrimônio cultural, monumental e histórico. Você pode começar a visita pelo mais alto, no cerro onde se encontram as ruínas do castelo de origens romanas que mais tarde passaria a ser muçulmano, fortaleza dos Cavaleiros de Santiago e, finalmente, propriedade dos duques de Medina Sidonia. As muralhas do castelo estavam conectadas com as da cidade e ainda se conservam algumas portas de entrada, como a Porta do Sol ou a Porta de Belém. Também são interessantes as Cavaleiros do Duque, do século XV e do Arco da Pastora, que data de época muçulmana. Conservam-se em excelente estado umas cloacas romanas com um percurso de 20 metros e alguns trechos da calçada também romana. . |
Os chamados Povos Brancos se conhecem assim pelo costume de seus vizinhos de encalar as fachadas das casas de um branco impoluto. Estão dispersos entre as Serranias de Ronda, a Serra de Grazalema e Los Alcornocales, nas províncias de Málaga e Cádiz. Aqui estão os que estão em Los Alcornocales.
Latitude:36.448105·Longitude:-5.871557